Somos cláusulas perdidas na imensidão da repetição da agonia ou somos seres que lutam pela conquista do seu nome próprio?

Como a conquista do ser passa pela transformação da clausula familiar atribuída à revelia da vontade. Somos cláusulas perdidas na imensidão da repetição da agonia ou somos seres que lutam pela conquista do seu nome próprio? Somos os papeis que cumprimos ou somos de verdade quando, acima do cumprimento desses papeis, fazemos nascer o nosso ambiente e o nosso ser? Como distinguir entre o ambiente que nos habita e o novo ambiente, aquele que nos move para um lugar diferente? Como existir em plenitude quando os ambientes se sobrepõem na sua caducidade e originalidade? Onde é que o nosso nome tem existência? O nome próprio pode não ser conquistado no nascimento mas na segunda vida, aquela que nasce do contato com o verdadeiro ser, o eu sou e aqui estou!

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