
1ªs Jornadas Winnicottianas no Programa Hora 10
Hora 10 – 29 de Junho de 2023 Por ocasião das 1ªs Jornadas Winnicottianas – Madeira, Maria do Rosário Belo Psicanalista, Presidente e fundadora da Associação, em entrevista ao programa Hora 10
Centro de Investigação
Centro de Investigação

Hora 10 – 29 de Junho de 2023 Por ocasião das 1ªs Jornadas Winnicottianas – Madeira, Maria do Rosário Belo Psicanalista, Presidente e fundadora da Associação, em entrevista ao programa Hora 10

Nas nossas 1ªs Jornadas, no dia 30, teremos o Duplo Lançamento, com a presença da autora Maria do Rosário Belo, de:– “O Percurso de um Psicanalista, Sessões de análise revisitadas” (3ª edição)– “Estudos Winnicottianos” (2ª Edição O lançamento terá também transmissão online. “Estudos Winnicottianos” é uma publicação Winnicottiana inteiramente portuguesa, dirigida a psicanalistas e psicoterapeutas, mas também a qualquer pro-fissional cujo alvo sejam as relações humanas; quer seja no âmbito da saúde, da educação ou de qualquer outra área de intervenção. Destina-se também a quem simplesmente se interessa pela compreensão do lugar do humano no mundo, pelo existir humano e…


A Associação Winnicottiana Portuguesa - Centro de Investigação tem o prazer de apresentar o seu primeiro grande evento enquanto instituição formalmente concebida. Será uma alegria enorme receber-vos. Venham connosco, venham fazer parte da nossa história.

A Associação Winnicottiana Portuguesa - Centro de Investigação tem o prazer de apresentar o seu primeiro grande evento enquanto instituição formalmente concebida. Será uma alegria enorme receber-vos. Venham connosco, venham fazer parte da nossa história.

Conferência Presencial e Online aberta, mas necessária inscrição. As “Memórias” de Schreber e o corpo como inimigo: um olhar winnicottiano Dra. Caroline Vasconcelos Ribeiro (UESB/PPGMLS/IBPW/IWA) A arte figurativa do pintor Francis Bacon retrata corpos e rostos distorcidos, por vezes deformados e agonizantes. Da figura humana ele acentua seus elementos grotescos, seja na solidão de um banheiro ou de um quarto qualquer, seja ao lado de uma carcaça e de vísceras animais. Com certa frequência o corpo deformado parece derreter, sair das contenções anatômicas e perseguir a si mesmo. Nesta palestra usaremos a arte figurativa deste pintor anglo-irlandês para pensarmos a…

Caso 1: “Uma guerreira com muita sensibilidade” Supervisionanda: Tania RibeiroSupervisora: Marli Ferreira Caso 2: “O menino agridoce” Supervisionandas: Psicóloga Sofia Nogueira e Psicomotricista: Mariana GonçalvesSupervisora: Maria do Rosário Belo Faça já a sua inscrição:

Há mais de meio século, na Amadora, subúrbio de Lisboa, viveu o Matateu. O Matateu era um “Bêbedo”, um “Pedinte”, um “Maluco”. Ainda não tinham sido inventados os “sem-abrigo”. E, a bem dizer, o Matateu tinha um abrigo, numa casa abandonada. Partilhava a casa com cinco ou seis cães. Dormiam juntos, no meio de um enorme monte de papeis e cartões, juntos. Saiam juntos deambulavam juntos. Partilhavam a comida que conseguiam. Algumas senhoras da vizinhança, “malucas dos gatos”, davam de comer aos gatos, aos cães, ao Matateu. Chegava para todos. Tinha que chegar. Eram uma Matilha e a Matilha sobrevive…

Neste tempo em que comemoramos o 33º aniversário, da Convenção dos Direitos da Criança, faz-me sentido reforçar que o tempo das crianças não se assemelha nem se compadece com o tempo dos seus cuidadores. Nesta sequência, destaco a importância do tempo de relação como construto da saúde mental e reforço a importância do tempo psicológico e do tempo real como promotores do desenvolvimento da criança, existindo inevitavelmente, uma relação entre o Tempo, o Ser e o Estar. Na intervenção judicial, em matéria da promoção e proteção dos direitos da criança, às equipas de Assessoria Técnica aos Tribunais, são diariamente solicitadas…

Os Bebés da Pandemia Workshop Drª Erika Parlato-Oliveira Inscrições e programa:

Muito se tem falado sobre a chamada inveja do pénis, tema tão caro a Freud. A meu ver há uma diferença entre uma inveja do pénis que poderíamos considerar “normal” na integração da diferença – decorrente do processo de desilusão e do consequente reconhecimento de que não somos omnipotentes. Esta “inveja” estaria presente sobretudo na chamada fase fálica – com correspondência para o que poderíamos chamar inveja da vagina nos rapazes (inveja da capacidade de engravidar e gerar vida) – ambas referentes ao facto de nos percebermos incompletos e de reconhecermos na diferença o que nos falta; que remeteria, na…

Horário Lisboa 16 Horas Apresentação Entrevistada: Maria do Rosário Belo Entrevistadora: Drª Daniela Guizzo

Horário Lisboa 24 Horas Apresentação Mediadora: Danit Pondé (IBPW/IWA) Convidados: Maria do Rosário Belo (WP/AP/IWA) Vera Laurentiis (IBPW/IWA)

Caso 1: “Quando a família adoece a criança…” Supervisionanda: Catarina RodriguesSupervisora: Marli Ferreira Caso 2: “Deixa-me chegar a ti…” Supervisionandas: Psicóloga Sofia Nogueira,Terapeuta da Fala: Daniela Jesuse Psicomotricista: Beatriz SousaSupervisora: Maria do Rosário BeloCaso: “Deixa-me chegar a ti…”

Homenagem a António Coimbra de Matos “Penso em ti, logo sou” No próximo dia 10 de Julho, Domingo, pelas 17.00h, terá lugar na Aula Magna da Universidade de Lisboa a estreia mundial da obra “Penso em ti, logo sou – Homenagem a António Coimbra de Matos”, para orquestra sinfónica – de autoria do nosso colaborador Diogo da Costa Ferreira. No próximo Domingo, 10 de Julho de 2022, às 17h00 na Aula Magna da Universidade de Lisboa, terá lugar a estreia mundial de três obras e a apresentação da Quinta Sinfonia de Beethoven. Este concerto integra o programa Música na Universidade…

A missão primordial da Escola é permitir que cada um consiga SER aquilo que É. O seu mais essencial propósito é assumir-se como espaço de cidadania, comunidade e participação, inclusivo e solidário, aberto e democrático, sem muros e sem dogmas, sem preconceitos e sem anacronismos, onde cada um se possa construir livre, autêntica e verdadeiramente. Conseguir SER-SE. Lançamento no dia1 de julho pelas 15:45 nas jornadas de educação que decorrerão em Odivelas na sede da AESO

Como a conquista do ser passa pela transformação da clausula familiar atribuída à revelia da vontade. Somos cláusulas perdidas na imensidão da repetição da agonia ou somos seres que lutam pela conquista do seu nome próprio? Somos os papeis que cumprimos ou somos de verdade quando, acima do cumprimento desses papeis, fazemos nascer o nosso ambiente e o nosso ser? Como distinguir entre o ambiente que nos habita e o novo ambiente, aquele que nos move para um lugar diferente? Como existir em plenitude quando os ambientes se sobrepõem na sua caducidade e originalidade? Onde é que o nosso nome…

Horário Lisboa 19 Horas Apresentação Amplamente debatido por Winnicott à sua época, o tema do Feminino e do Masculino continua polêmico, talvez mais, tendo em vista alguns novos sentidos e demandas que a ele se acrescentaram. O que está em debate neste colóquio são as proposições de Winnicott a respeito do assunto. Como pano de fundo, Winnicott parte de três premissas: a) a ideia de que homens e mulheres não são exatamente iguais; b) a de que cada mulher tem um componente masculino e cada homem tem um componente feminino; c) e que é preciso uma base para elaborar uma…

(João Manuel Rosado de Miranda Justo, Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, Junho de 2022) Estávamos no ano letivo de 1981/1982 e decorria o último ano da Licenciatura em Psicologia. Nesse final de curso, para os alunos da Psicologia Clínica (Ramo B, como naquela altura de dizia), acontecia uma cadeira designada “Consulta Psicológica da Criança e do Adolescente”. Nessa cadeira, a já falecida Professora Maria Rita Mendes Leal fazia questão de trazer até nós os autores psicodinâmicos que afinaram a pontaria da psicanálise na direção da criança, do desenvolvimento infantil e, entre outras coisas, na direção da psicoterapia…

Corria o ano de 1957 e Winnicott apresentava, numa reunião da Sociedade Britânica de Psicanálise, um dos artigos que mais marcou o meu percurso como psicanalista: “A capacidade de estar só”. O outro, escrito doze anos mais tarde, foi “O uso de um objeto e relacionamento através de identificações”, publicado em O brincar e a realidade, mas lido também na Sociedade Britânica de Psicanálise, em 1969. O primeiro fala da capacidade mais nobre da arte de quem pratica a cura pelo cuidado: a capacidade de estar só na presença do outro; que significa, a meu ver, a capacidade de se…